Geologia 10

As Fichas de Trabalho de Biologia e Geologia, cuja referência individual ainda menciona a sua disponibilidade em Formato PDF, passaram a ser vendidas em Formato FlippingBook com função Imprimir, Personalizadas com Logótipo da Escola e/ou Nome do(a) Professor(a) / Aluno(a) + Proposta de Correcção. Na compra de mais do que uma ficha, estas serão reunidas no mesmo FlippingBook.
 
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  • Limites das placas litosféricas (F10GEO_029)
    É possível definir diferentes limites ou fronteiras para as placas tectónicas ou litosféricas, em resultado do seu comportamento.

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  • Situação Problema ()
    Trilobites Gigantes na Serra da Freita - Arouca.

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  • Definição e classificação de sistemas (F10GEO_001)
    Um sistema é qualquer porção do Universo, com diferentes componentes em interacção, de um modo organizado. Consideram-se três tipos de sistemas, com base nas inter-relações destes com o meio.

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  • Definição e classificação de sistemas (2) (F10GEO_002)
    Um sistema é qualquer porção do Universo, com diferentes componentes em interacção, de um modo organizado. Consideram-se três tipos de sistemas, com base nas inter-relações destes com o meio: sistema aberto, em que ocorre permuta de matéria e de energia com o meio circundante; sistema fechado, em que ocorre permuta de energia mas não ocorre permuta de matéria com o meio; sistema isolado, em que não ocorre permuta de matéria nem de energia com o meio circundante. Considera a figura, que representa as permutas entre a Terra e o Espaço.

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  • Tipos de Sistemas - Ecosfera (F10GEO_003)
    Uma ecosfera é um ecossistema formado por água, por seres vivos (camarões, algas e bactérias decompositoras), gorgonia e gravilha. A gorgonia (coral morto), a gravilha e o vidro proporcionam superfície ao ecossistema e actuam como áreas onde os microrganismos podem depositar-se. Dado que a Ecosfera é um ecossistema auto-suficiente, não é necessário nenhum alimento externo. Deve-se simplesmente proporcionar à Ecosfera uma quantidade de luz indirecta natural ou artificial. Manter a temperatura constante aumentará a sua viabilidade. A esperança média de vida das Ecosferas é de dois a cinco anos. 

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  • Subsistemas Terrestres (1) (F10GEO_004)
    A Terra é estudada pelos geólogos como um conjunto integrado de diferentes componentes em interacção e normalmente em equilíbrio, os subsistemas (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera), enormes reservatórios de matéria e energia.

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  • Subsistemas Terrestres - Hidrosfera (F10GEO_005)
    A hidrosfera compreende toda a água no estado líquido e sólido que se encontra na Terra. 

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  • Subsistemas Terrestres - Hidrosfera (F10GEO_006)
    A água é o recurso natural mais importante da Terra, pois é essencial para a existência de qualquer forma de vida e é a substância comum a todos os subsistemas da Terra. O esquema representa a distribuição de água nos seus diferentes reservatórios.

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  • Subsistemas Terrestres - Atmosfera (F10GEO_007)
    A atmosfera é o invólucro gasoso da Terra, sendo actualmente, constituída por uma mistura de gases, dos quais o azoto, o oxigénio, o árgon e o dióxido de carbono representam 99,98% do seu volume. O vapor de água também é um constituinte da atmosfera. 

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  • Subsistemas Terrestres (2) (F10GEO_008)
    A Terra é estudada pelos geólogos como um conjunto integrado de diferentes componentes em interacção, constituindo cada um desses componentes um subsistema. Tradicionalmente, consideram-se quatro subsistemas principais: hidrosfera (A), biosfera (B), geosfera (C) e atmosfera (D). Estes subsistemas são enormes reservatórios de matéria e energia, que funcionam como sistemas abertos, interagindo de diferentes modos e mantendo, em regra, um equilíbrio dinâmico. Qualquer alteração num dos subsistemas afecta os outros, desencadeando, eventualmente, mudanças até ao estabelecimento de um novo equilíbrio.

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  • O caso da utilização dos combustíveis fósseis (F10GEO_009)
    O Homem, como elemento importante do subsistema biosfera, é aquele que consegue estabelecer com todos os subsistemas um maior número de relações. Deste modo, o desequilíbrio provocado pela intervenção humana pode ter consequências graves no sistema Terra, alterando os ecossistemas, em particular os que a espécie humana habita e dos quais depende para a sua sobrevivência.

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  • Contextos geológicos e formação dos três tipos de rochas (F10GEO_010)
    Atendendo às características e às condições que presidiram à sua génese, consideram-se três grandes categorias de rochas: sedimentares, resultantes da deposição, afundimento e litificação de detritos provenientes de outras rochas, de materiais provenientes da precipitação de substâncias dissolvidas ou da actividade de seres vivos; magmáticas ou ígneas, resultantes da solidificação do magma em profundidade ou à superfície; metamórficas, resultantes de transformações mineralógicas e texturais de outras rochas, ocorridas no estado sólido, devido principalmente ao calor e a tensões. 

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  • Rochas magmáticas (F10GEO_011)
    Ao material rochoso que se encontra total ou parcialmente fundido, em locais profundos da Terra, dá-se o nome de magma, o qual está na origem das lavas que são expelidas por um vulcão. As rochas que se formam após a solidificação da lava designam-se rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas. Contudo, muitas vezes, o magma não chega à superfície, solidificando no interior da crusta e originando as rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas.

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  • Rochas sedimentares (F10GEO_012)
    As rochas sedimentares resultam da meteorização e erosão de rochas pré-existentes, seguida de transporte, deposição e diagénese (compactação + cimentação). Organizam-se, genericamente, em estratos dispostos, inicialmente, na horizontal, e são frequentemente fossilíferas, conservando vestígios de seres vivos contemporâneos da sua génese. Na formação das rochas sedimentares ocorrem, fundamentalmente, duas fases: sedimentogénese, que compreende os processos que intervêm desde a elaboração dos materiais que as vão constituir até à deposição desses materiais; diagénese, que compreende os processos físico-químicos pelos quais esses materiais evoluem para rochas sedimentares consolidadas.

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  • Rochas metamórficas (F10GEO_013)
    As rochas metamórficas são, essencialmente, o resultado da acção de factores de metamorfismo, como o calor, a tensão (pressão), os fluidos de circulação e o tempo, sobre rochas preexistentes, da qual resultam transformações mais ou menos profundas, que podem incluir alterações mineralógicas e modificações na forma, distribuição e orientação dos minerais. De acordo com as condições presentes em cada situação, existem diferentes tipos de metamorfismo, de onde se salientam o metamorfismo regional e o metamorfismo de contacto.

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  • Ciclo das Rochas (1) (F10GEO_014)
    O conjunto de transformações do material rochoso no decurso das quais as rochas são formadas, alteradas e destruídas por processos devidos à dinâmica interna e à dinâmica externa da Terra constitui o ciclo das rochas ou ciclo litológico

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  • Ciclo das Rochas (2) (F10GEO_015)
    O conjunto de transformações do material rochoso no decurso das quais as rochas são formadas, alteradas e destruídas por processos devidos à dinâmica interna e à dinâmica externa da Terra constitui o ciclo das rochas ou ciclo litológico. O ciclo das rochas mostra as inter-relações entre os processos externos e os processos internos que ocorrem na Terra.

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  • Ciclo das Rochas (3) (F10GEO_016)
    Os três grandes grupos de rochas – sedimentares, metamórficas e magmáticas – estão intimamente ligados entre si, num ciclo que se designa ciclo das rochas ou ciclo litológico

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  • Idade Relativa (F10GEO_017)
    Para o estabelecimento de uma cronologia relativa de acontecimentos geológicos utilizam-se os fósseis de idade e os princípios da horizontalidade inicial e da sobreposição dos estratos.

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  • Idade relativa – Como ordenar acontecimentos? (F10GEO_018)
    O processo de datação das rochas que permite avaliar a idade de umas em relação a outras, bem como a fenómenos que as afectam (erosão, deformação, presença de intrusões, vulcanismo…) designa-se por datação relativa. A datação relativa baseia-se, essencialmente, na aplicação do Princípio da Horizontalidade Inicial, do Princípio da Sobreposição, do Princípio da Identidade Paleontológica, e dos Princípios da Intersecção e da Inclusão. Para esta datação são importantes os fósseis de idade.

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  • Idade Absoluta – Datação Radiométrica (F10GEO_019)
    A técnica utilizada para determinar a idade das formações geológicas em valores numéricos (datação absoluta ou radiométrica) baseia-se na desintegração regular de isótopos radioactivos naturais. No momento da génese das rochas, podem incorporar-se nos minerais que as constituem átomos de um isótopo radioactivo, designado por isótopo-pai (P). Os átomos resultantes da desintegração do isótopo-pai denominam-se isótopos-filhos (F). O tempo necessário para que se dê a desintegração de metade de uma determinada quantidade de átomos do isótopo-pai em átomos do isótopo-filho designa-se por período de semitransformação, semivida ou meia vida do elemento (T1/2). O gráfico representa a desintegração de um isótopo-pai (carbono - ¹⁴C) no respectivo isótopo-filho (azoto - ¹⁴N).

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  • Idade absoluta – Como fazer a datação radiométrica? (F10GEO_020)
    A datação absoluta consiste na determinação da idade das rochas, referida em valores numéricos, geralmente milhões de anos (M.a.). A técnica mais rigorosa para determinar a idade absoluta é a datação radiométrica, que se baseia na desintegração regular de isótopos radioactivos naturais. O tempo necessário para que se dê a desintegração de metade do número de átomos de um isótopo-pai (P) de uma rocha no respectivo isótopo-filho (F) designa-se por período de semitransformação, semivida ou meia vida do elemento.
    A relação entre a quantidade de isótopo-pai e a quantidade de isótopo-filho permite, de uma forma simples, chegar por cálculo à datação do início da desintegração (momento em que a rocha se formou. A idade da rocha será dada pelo número de semividas decorrido até ao momento considerado.

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  • Escala de Tempo Geológico (F10GEO_021)
    Através do estudo dos fósseis deduz-se que as espécies surgem e desaparecem. Ao desaparecimento de uma espécie chama-se extinção. Os fósseis são testemunhos da extinção, mas também da evolução das espécies. A datação das rochas associada à presença de fósseis permitiu a elaboração de um calendário, que divide a história da Terra, em função de acontecimentos como, por exemplo, o aparecimento e a extinção de espécies. A escala do tempo geológico tem várias divisões com diferentes amplitudes como as Eras, que estão divididas em unidades menores chamadas Períodos.

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  • Como ocorreu a evolução da vida na Terra? (F10GEO_022)
    É com base em todas as informações resultantes das características observadas nas rochas que foi possível fazer uma reconstituição, embora com lacunas, da história da Terra. Foi convencionado dividir a história da Terra em diferentes fracções, de modo que foi possível construir uma Escala do Tempo Geológico. A Escala de Tempo Geológico baseia-se na seriação, em termos cronológicos, dos acontecimentos que marcaram a história da Terra, desde a sua formação até aos tempos actuais. As principais divisões que se registam nesta escala, posteriores ao Pré-Câmbrico, correspondem a momentos marcados pelo desaparecimento conjunto de numerosas espécies, isto é, momentos em que ocorreram extinções em massa com grande significado.
    A Escala do Tempo Geológico está graduada com divisões de várias ordens. Assim, as divisões de 1.ª ordem baseiam-se no contraste entre as rochas aparentemente desprovidas de fósseis – rochas do Pré-Câmbrico – e as rochas fossilíferas – rochas do Fanerozóico. A estas, seguem-se as divisões de 2.ª ordem (Eras) e a estas as de 3.ª ordem (Períodos).

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  • Catastrofismo, Uniformitarismo e Neocatastrofismo (F10GEO_023)
    Existem várias linhas de interpretação da evolução passada da Terra, como o catastrofismo (as grandes modificações ocorridas na Terra seriam devidas a grandes catástrofes como, por exemplo, inundações), o uniformitarismo (os diferentes aspectos geológicos podem ser explicados à luz de processos que ocorrem na actualidade, de modo idêntico àqueles que ocorreram no passado) e o neocatastrofismo (aceita os pressupostos do uniformitarismo, mas atribui também um papel importante aos fenómenos catastróficos como agentes da evolução da Terra).

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  • Princípios básicos do raciocínio geológico (F10GEO_024)
    Até meados do século XVIII, acreditava-se que a criação da Terra, as diferentes formações rochosas, a forma dos continentes e dos oceanos, os fósseis presentes nos estratos das rochas sedimentares, e outros fenómenos de natureza geológica e biológica, eram o resultado da vontade e da intervenção divina. Durante esses tempos, os fenómenos geológicos que prendiam a atenção da humanidade, eram os que afectavam de forma directa a vida das sociedades da altura, de que são exemplo as erupções vulcânicas e os sismos. Esta corrente de pensamento ficou conhecida como Catastrofismo.
    Nos finais do século XVIII, James Hutton considerou que as rochas ter-se-ão formado por processos naturais, semelhantes aos que existem actualmente na Natureza, e não devido a qualquer intervenção sobrenatural. A esta uniformidade de processos foi dado o nome de Uniformitarismo. As ideias fundamentais desta nova corrente de pensamento geológico enunciada por Hutton são: as leis naturais são constantes no tempo e no espaço; o passado pode ser explicado com base no que se observa hoje, uma vez que as causas de determinados fenómenos do passado são idênticas às que provocam o mesmo tipo de fenómenos na actualidade - Princípio do Actualismo; os processos geológicos são lentos e graduais - Princípio do Gradualismo.
    Já no século XX, ressurgem ideias catastrofistas no âmbito de uma nova corrente, o Neocatastrofismo, que aceita os princípios do uniformitarismo, mas admite a existência de catástrofes como importantes agentes modeladores da vida e da geodinâmica terrestre. 

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  • O que nos conta uma discordância estratigráfica? (F10GEO_025)
    Hutton ficou muito impressionado quando observou dois conjuntos de estratos que faziam um ângulo significativo entre si, como se representa na figura, e concluiu que esta discordância não era compatível com a deposição a partir de inundações.

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  • Deriva dos continentes (F10GEO_026)
    Em 1912, Alfred Wegener (1890-1930) propôs uma teoria fundamentada sobre a mobilidade dos continentes, conhecida por Teoria da Deriva Continental, na qual afirmava que os continentes actuais teriam estado unidos, constituindo um único supercontinente (Pangeia), rodeado por um único oceano (Pantalassa). A Pangeia, em consequência de grandes fracturas, viria a fragmentar-se e, “tal como pedaços de gelo”, os continentes ter-se-iam movimentado à deriva, ao longo do tempo, até ficarem na posição que apresentam actualmente. Apesar dos inúmeros factos observados que apoiavam a hipótese da deriva continental, esta hipótese dificilmente poderia ser considerada uma teoria científica, pois carecia de uma explicação para as causas que provocavam o movimento dos continentes.

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  • As placas tectónicas e os seus movimentos (F10GEO_027)
    A teoria da tectónica de placas explica a alteração da posição dos continentes e dos oceanos ao longo dos tempos, através do movimento das placas tectónicas. Os limites das placas litosféricas podem ser divergentes, convergentes e conservativos.

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  • Morfologia dos fundos oceânicos (F10GEO_028)
    O desenvolvimento de tecnologias cada vez mais sofisticadas permitiu o aprofundamento de investigações e a recolha de dados até então inacessíveis sobre os fundos oceânicos, permitindo efectuar a sua cartografia. Em consequência, a mobilidade dos continentes, proposta por Wegener, passou a ser de novo considerada.

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  • As placas tectónicas e os seus movimentos (2) (F10GEO_030)
    A Teoria da Tectónica de Placas defende que a litosfera (parte superior da Terra que engloba a crusta e a parte superior do manto) se encontra fragmentada em diferentes porções. Estas porções, que encaixam umas nas outras como se de um puzzle se tratasse, são as placas litosféricas, que não são mais do que grandes fragmentos da zona mais superior da geosfera, constituídos por rocha sólida. Estes fragmentos da litosfera estão em constante movimento, segundo direcções bem definidas.

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  • As placas litosféricas e o seu movimento (F10GEO_031)
    Artur Holmes, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, avançou em 1928, com a ideia de que os movimentos de convecção de materiais rochosos, no manto, poderiam ser o motor do movimento da Deriva dos Continentes defendido por Wegener. Esta convecção permite explicar o movimento das placas litosféricas devido ao facto de gerar uma corrente – corrente de convecção – ao nível do manto, capaz de arrastar a litosfera, pela conjugação do seu movimento ascendente e do seu movimento descendente. Estima-se que estas correntes de convecção se desloquem a uma velocidade de 1 cm/ano, ou se quisermos, à escala geológica, à razão de 1 m/século ou 10 km/milhão de anos.

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  • Ciclos orogénicos (F10GEO_032)
    Os relevos mais espectaculares que se podem observar na superfície dos continentes são as cadeias montanhosas. Estas estruturas resultam de processos que envolvem fenómenos de colisão entre placas litosféricas, actividade magmática e metamórfica que, no seu conjunto, se designam orogenia. Regiões da crusta continental, actualmente ocupadas por cadeias montanhosas podem ter correspondido, num passado muito distante, a bacias de sedimentação que se localizavam entre dois continentes. Os sedimentos destas bacias provinham da erosão que ocorria nas massas continentais.

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  • Composição do Sistema Solar (1) (F10GEO_033)
    A UAI considera no Sistema Solar, para além do Sol, 3 grandes grupos de corpos: planetas clássicos, planetas anões, e pequenos corpos do Sistema Solar ou corpos transneptunianos.

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  • Composição do Sistema Solar (2) (F10GEO_034)
    A UAI considera no Sistema Solar, para além do Sol, 3 grandes grupos de corpos: planetas clássicos, planetas anões, e pequenos corpos do Sistema Solar ou corpos transneptunianos.

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  • Características dos planetas principais (F10GEO_035)
    Do ponto de vista dimensional e físico, os planetas principais são divididos em: planetas menores, terrestres ou telúricos (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte); planetas gigantes ou gasosos (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno). Quanto à sua localização em relação à cintura de asteróides (zona que se situa entre os planetas Marte e Júpiter), os planetas principais podem ser de dois tipos: planetas interiores (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte); planetas exteriores (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno).

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  • Meteoritos (F10GEO_036)
    Os meteoritos são pedaços de rocha e metal que caem na Terra, quase todos resultantes de colisões entre asteróides. Os meteoritos são os únicos materiais físicos disponíveis na Terra que permitem a pesquisa directa da poeira original a partir da qual o Sistema Solar se formou. Os meteoritos são classificados em sideritos, siderólitos e aerólitos (condritos e acondritos). Anualmente ocorrem, aproximadamente, 500 quedas de meteoritos sobre a Terra, dos quais 10, em média, são recuperados. Cerca de 80% dos meteoritos são condritos, um tipo de aerólitos.

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  • Teoria Nebular Reformulada (F10GEO_037)
    Durante muito tempo, as hipóteses que procuravam explicar o nascimento do Sistema Solar tinham por base ideias catastrofistas. Actualmente, considera-se que o Sol e os planetas do Sistema Solar evoluíram pelos mesmos processos e ao mesmo tempo, há cerca de 4600 M.a. A teoria mais aceite para explicar a origem do Sistema Solar é a teoria nebular reformulada.

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  • Teoria Nebular Reformulada (2) (F10GEO_038)
    De acordo com a teoria nebular reformulada, considera-se que o Sol e os planetas do Sistema Solar evoluíram pelos mesmos processos e ao mesmo tempo, há cerca de 4600 M.a.

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  • Teoria Nebular Reformulada (3) (F10GEO_039)
    De acordo com a Teoria Nebular Reformulada, considera-se que os corpos do Sistema Solar ter-se-iam formado por acreção de partículas, que, devido às forças gravíticas, formaram corpos de dimensões progressivamente maiores, originando, deste modo, o Sol e os diferentes planetas.

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