Biologia 11

As Fichas de Trabalho de Biologia e Geologia, cuja referência individual ainda menciona a sua disponibilidade em Formato PDF, passaram a ser vendidas em Formato FlippingBook com função Imprimir, Personalizadas com Logótipo da Escola e/ou Nome do(a) Professor(a) / Aluno(a) + Proposta de Correcção. Na compra de mais do que uma ficha, estas serão reunidas no mesmo FlippingBook.
 
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  • Experiência de Hammerling I (1930) (FBIO11_001)
    A alga Acetabularia é um ser unicelular com, aproximadamente, 2 cm de altura e apresenta uma forma diferenciada em três regiões: o rizóide, que permite a fixação da alga às rochas e onde se localiza o núcleo; o caulóide, prolongamento citoplasmático que faz lembrar um caule; o chapéu, parte do citoplasma com muitos cloroplastos. Esta alga possui uma grande capacidade de regeneração, isto é, quando é seccionado o chapéu, as restantes partes voltam a originar a alga inteira. 

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  • Experiência de Hammerling II (1930) (FBIO11_002)
    A alga Acetabularia é um ser unicelular com, aproximadamente, 2 cm de altura e apresenta uma forma diferenciada em três regiões: o rizóide, que permite a fixação da alga às rochas e onde se localiza o núcleo; o caulóide, prolongamento citoplasmático que faz lembrar um caule; o chapéu, parte do citoplasma com muitos cloroplastos. Esta alga possui uma grande capacidade de regeneração, isto é, quando é seccionado o chapéu, as restantes partes voltam a originar a alga inteira.
    Em 1930, o cientista alemão Joachim Hämmerling (1901-1980), efectuou um transplante cruzado dos núcleos das duas espécies de algas Acetabularia (Acetabularia crenulata e Acetabularia mediterranea), como se pode ver na figura. 

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  • Experiência de Griffith (1928) (FBIO11_003)
    O bacteriologista Frederick Griffith trabalhou com bactérias da espécie Streptococcus pneumoniae, que inclui estirpes que produzem uma cápsula de polissacarídeos, e estirpes desprovidas de cápsula. Quando cultivadas em placas de Petri, as estirpes que produzem cápsula formam colónias com aspecto liso, designando-se por “tipo S” e as estirpes não capsuladas crescem, originando colónias com aspecto rugoso, designando-se por “tipo R”.

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  • Trabalhos de Oswald Avery e colaboradores (1944) (FBIO11_004)
    Na sequência dos trabalhos de Griffith, a equipa de Oswald Avery interessou-se sobre a natureza bioquímica do material genético, questionando-se sobre qual seria a substância (princípio transformante) que era transferida das bactérias tipo S mortas para as bactérias tipo R vivas, tornando-as virulentas. 

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  • Trabalhos de Alfred Hershey e Martha Chase (1953) (FBIO11_005)
    Nas suas experiências, Hershey e Chase utilizaram bactérias da espécie Escherichia coli e bacteriófagos, vírus (1) que infectam bactérias e tiveram em consideração que: os vírus não penetram nas células (a cápsula fica no exterior); as proteínas da cápsula do vírus não têm fósforo (P), mas apresentam enxofre (S); o DNA apresenta na sua constituição fósforo (P), mas não enxofre (S). Estes investigadores isolaram dois lotes de bacteriófagos, que marcaram radioactivamente. Num dos lotes, marcaram só o enxofre das proteínas (³⁵S) e no outro somente o fósforo do DNA (³²P). Note-se que, uma vez no interior da bactéria, o DNA viral toma o comando da célula bacteriana, que passa a produzir cópias do DNA viral, bem como proteínas, que irão constituir os novos vírus.

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  • Núcleo (FBIO11_006)
    Nos diferentes seres vivos, os principais mecanismos relativos à molécula de DNA são análogos. Contudo, existem algumas diferenças entre o material genético próprio dos procariontes e o material genético dos eucariontes.

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  • Natureza química e estrutura dos ácidos nucleicos (FBIO11_007)
    Os ácidos nucleicos são moléculas que armazenam a informação genética. São longos polímeros constituídos por subunidades que se repetem ordenadamente: os nucleótidos. Existem dois tipos de ácidos nucleicos: o ácido desoxirribonucleico (DNA) e o ácido ribonucleico (RNA).

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  • Estrutura do DNA (FBIO11_008)
    Em 1953, James Watson e Francis Crick, apresentaram uma proposta de um modelo de dupla hélice para a estrutura do DNA, assemelhando-se a uma escada enrolada helicoidalmente (1). As bandas laterais da hélice são formadas por moléculas de fosfato, que alternam com moléculas de desoxirribose, e os “degraus” centrais são pares de bases ligados entre si por pontes de hidrogénio. A especificidade de ligações de hidrogénio entre as bases é chamada de complementaridade de bases: a adenina liga-se à timina por duas ligações hidrogénio e a guanina liga-se à citosina por três ligações hidrogénio. As duas cadeias de dupla hélice desenvolvem-se em sentidos opostos: cada uma delas inicia-se por uma extremidade 5´ e termina em 3´, de modo que à extremidade 3´ de uma cadeia corresponde a extremidade 5´ da outra – são antiparalelas.

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  • Experiência de Meselson e Stahl (FBIO11_009)
    Em 1958, os investigadores Meselson e Stahl cultivaram Escherichia coli num meio de cultura com um isótopo pesado de azoto (¹⁵N). As bactérias produziram bases azotadas contendo ¹⁵N que ficaram integradas no seu DNA, que era mais denso do que o DNA de bactérias que cresciam em azoto normal (¹⁴N). Após várias gerações no meio de cultura com 15N, as bactérias foram transferidas para um meio de cultura com ¹⁴N, isto é, um meio normal. As bactérias dividiram-se nesse meio e o processo foi interrompido ao fim de 20 minutos (primeira geração) e ao fim de 40 minutos (segunda geração), sendo extraído DNA e comparados os resultados.

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  • Replicação semiconservativa do DNA (FBIO11_010)
    O DNA, detentor da informação genética, tem a capacidade de se autoduplicar. Os mecanismos moleculares subjacentes à replicação ou síntese do DNA são fundamentalmente idênticos em todos os seres vivos. Neste processo de replicação semiconservativa, cada uma das novas cadeias formadas é réplica de uma das cadeias originais. Assim, as novas moléculas de DNA formadas são idênticas à molécula original, sendo portadoras de uma cadeia antiga e de uma cadeia recém-formada.

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  • Expressão da informação genética (FBIO11_011)
    O DNA, molécula biológica universal e de grande variabilidade, contém a informação biológica necessária à síntese de proteínas. Mas o DNA encontra-se no núcleo celular dos seres eucariontes e a síntese das proteínas ocorre nos ribossomas, organelos que se encontram no citoplasma. Como tal, há necessidade de uma transferência da informação.

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  • Quantos nucleótidos são necessários para codificar um aminoácido? (FBIO11_012)
    O alfabeto dos genes é constituído por quatro letras. A transferência da linguagem do DNA contida na sequência de nucleótidos, para a linguagem das proteínas, expressa na sequência de aminoácidos, envolve a codificação dos 22 aminoácidos a partir dos quatro nucleótidos diferentes. Quantos nucleótidos são necessários para codificar um aminoácido?

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  • Experiências de Niremberg e Khorana (1961) (FBIO11_013)
    Foi possível, com base nos resultados de várias experiências, a partir de polirribonucleótidos de estrutura conhecida, relacionar os codões (1) com os aminoácidos que vão constituir a cadeia polipeptídica. Em 1961, Marshall Niremberg procedeu da seguinte forma: 1. Sintetizou artificialmente mRNA, formado exclusivamente por nucleótidos uracilo (UUUUUU…); 2. Adicionou extracto de bactérias ao mRNA poli-U, garantindo a presença de todos os ingredientes necessários à síntese proteica; 3. Verificou que se formava um péptido só com o aminoácido fenilalanina. Seguiram-se duas experiências idênticas, usando mRNA poli-A (AAAAAA…) e mRNA poli-C (CCCCCC…), verificando-se, também, a síntese de um polipéptido constituído por 1 só tipo de aminoácido, respectivamente lisina e prolina.

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  • Características do código genético (FBIO11_014)
    O código genético é um quadro de correspondência entre os 64 codões possíveis de nucleótidos e os cerca de 22 aminoácidos existentes. É através de um código genético com determinadas características que a informação genética contida na sequência de nucleótidos passa, nos ribossomas (verdadeiras oficinas de ligação de aminoácidos), para a sequência de aminoácidos da proteína. Com algumas excepções, o código genético é igual em todos os organismos, o que constitui uma evidência clara da unidade da vida.

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  • Transcrição da informação genética (FBIO11_015)
    A transcrição, primeira etapa da síntese de proteínas, corresponde à síntese de RNA, polimerização de ribonucleótidos segundo a regra da complementaridade de bases, no sentido 5´--> 3´, a partir de uma das cadeias de DNA  que contém a informação e que lhe serve de molde.
     
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  • Processamento de RNA (FBIO11_016)
    Nos eucariontes, ao contrário do que acontece nos procariontes, o RNA sintetizado com a intervenção da RNA-polimerase vai sofrer no núcleo uma série de alterações – processamento do RNA. Devido a este processamento, o RNA-mensageiro que sai do núcleo para o citoplasma e vai intervir na síntese proteica, apresenta uma organização e um tamanho muito diferentes das cadeias de RNA transcrito a partir do DNA.

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  • Tradução da informação genética (1) (FBIO11_017)
    Na tradução há a transformação da mensagem contida no mRNA na sequência de aminoácidos que constituem a cadeia polipeptídica. As figuras representam dois dos principais intervenientes: os ribossomas e o RNA de transferência.

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  • Tradução da informação genética (2) (FBIO11_018)
    A tradução comporta três etapas sucessivas: iniciação (I), alongamento (II) e finalização (III).

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  • Características da síntese proteica (FBIO11_019)
    A biossíntese de proteínas apresenta como características fundamentais a complexidade (faz intervir vários agentes), a rapidez (uma célula eucariótica junta mais de 100 aminoácidos em dois ou três minutos) e a amplificação (a mensagem contida no mRNA pode ser traduzida várias vezes).

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  • Mecanismo da síntese de proteínas (FBIO11_020)
    Consideram-se duas fases na síntese de proteínas: transcrição (segmentos de DNA codificam a produção de mRNA) e tradução (mRNA codifica a produção de proteínas) da mensagem genética.

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  • Alterações do material genético - mutações (FBIO11_021)
    As hemácias, células do sangue, possuem uma proteína, a hemoglobina (responsável pelo transporte de oxigénio no sangue), que é constituída por quatro cadeias polipeptídicas, sendo duas dessas cadeias designadas por cadeias α e duas por cadeias β. A anemia falciforme afecta cerca de 1% dos indivíduos negros da África Central, podendo encontrar-se noutras regiões. Na origem desta doença está uma alteração do material genético (1) que conduz à formação de uma hemoglobina anormal, hemoglobina S. As hemácias ficam com formas irregulares, muitas vezes semelhantes a foices, daí o nome da doença. A deformação das hemácias impede a sua passagem ao nível dos capilares, dificultando a irrigação normal dos tecidos.

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  • Estrutura dos cromossomas das células eucarióticas (FBIO11_022)
    Nos seres eucariontes, as moléculas de DNA encontram-se no núcleo das células, associadas a proteínas, constituindo estruturas filamentosas complexas designadas por cromossomas, que podem apresentar-se ao longo da vida das células na forma dispersa ou na forma condensada. Uma molécula de DNA humano pode condensar-se de tal modo que fica 30 000 vezes menor do que se estiver distendida.

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  • Ciclo Celular (introdução) (FBIO11_023)
    De acordo com a teoria celular, as células, para além de serem unidades básicas da vida, asseguram a continuidade dessa mesma vida, na medida em que se dividem e originam novas células.

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  • Fases do ciclo celular (FBIO11_024)
    A principal característica da vida celular é a sua natureza cíclica. De um modo geral, as células crescem, aumentam o seu conteúdo e depois dividem-se. Numa população de células em divisão, a vida de uma célula começa quando ela surge a partir da célula-mãe e acaba quando ela se divide para originar duas células filhas. O conjunto de transformações que decorrem desde a formação de uma célula até ao momento em que ela própria, por divisão, origina duas células-filhas constitui um processo dinâmico e contínuo designado por ciclo celular.

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  • Mitose – divisão do núcleo (FBIO11_025)
    A mitose diz respeito ao conjunto de transformações durante as quais o núcleo das células eucarióticas se divide. Nesta fase as células reorganizam os seus microtúbulos na forma de um fuso bipolar, estando o MTOC (centro organizador de microtúbulos, constituído nas células animais pelo centrossoma, que inclui os centríolos dispostos perpendicularmente) nos pólos do fuso. Embora a mitose seja um processo contínuo, nela distinguem-se, convencionalmente, quatro estádios: prófase, metáfase, anáfase e telófase.

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  • Fase mitótica em células animais e em células vegetais (FBIO11_026)
    A fase mitótica das células animais e vegetais segue o mesmo modelo geral, existindo, contudo, algumas diferenças importantes, quer no que respeita à mitose, quer no que respeita à citocinese (divisão do citoplasma e consequente individualização das duas células-filhas). 

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  • Regulação do ciclo celular (FBIO11_027)
    O ciclo celular obedece a rigorosos mecanismos de controlo, pelo que, na maioria das células, ocorrem ciclos celulares com uma periodicidade que permite responder às necessidades do organismo. Os mecanismos de regulação do ciclo celular actuam fundamentalmente em três pontos: no final de G₁, no final de G₂ e durante a mitose. Estes mecanismos de regulação são de primordial importância, uma vez que quando falham, pode ocorrer, por exemplo, um cancro ou neoplasia maligna.

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  • Estabilidade do programa genético (FBIO11_028)
    Na divisão celular, o programa genético de uma célula é transmitido, em regra, com fidelidade às células-filhas, garantindo-se, assim, a estabilidade genética através de sucessivas gerações. O gráfico representa a variação da quantidade de DNA numa célula, por lote de cromossomas, durante algum tempo.

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  • Diferenciação celular (FBIO11_029)
    As células de um organismo, que provieram da célula-ovo por divisões mitóticas sucessivas, contêm, no seu núcleo, exactamente os mesmos cromossomas e, por isso, a mesma informação genética. Contudo, verifica-se que as células constituem tecidos e órgãos muito diversos, onde assumem formas e funções completamente diferentes. Ao longo do desenvolvimento de um indivíduo ocorre, em regra, um conjunto de processos através dos quais células geneticamente idênticas se especializam no sentido de desempenharem funções diferentes  - diferenciação celular.

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  • Terapia com células estaminais (FBIO11_030)
    Actualmente, procuram-se obter tecidos e órgãos específicos (e não indivíduos completos), que podem ser utilizados no tratamento de doenças, como, por exemplo, a diabetes, a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. Há basicamente duas formas de proceder nesta linha terapêutica: uma consiste em utilizar células pluripotentes dos embriões, chamadas células estaminais embrionárias ou células-tronco embrionárias e outra consiste em utilizar células estaminais presentes em alguns órgãos dos indivíduos adultos (pele, medula óssea …), ou o cordão umbilical dos recém-nascidos. 

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  • Clonagem de vegetais (FBIO11_031)
    Em 1950, trabalhos realizados na Universidade de Cornell, por Steward e seus colaboradores, permitiram verificar que, em organismos vegetais, era possível produzir um ser adulto a partir de uma célula já diferenciada. PASSOS DA EXPERIÊNCIA: 1. Fragmentos de cenoura cultivados num meio de cultura nutritivo; 2. As células são então dissociadas e crescem em meio líquido; 3. Células livres em suspensão começam a dividir-se; 4. Embrião desenvolve-se a partir das células livres; 5. Embrião desenvolve-se a partir das células livres; 6. Planta adulta desenvolvida a partir de células somáticas.

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  • Transplante nuclear em células animais (FBIO11_032)
    Robert Briggs e Thomas King, dois embriologistas americanos, levaram a cabo, na década de 50 do século passado, uma série de experiências. Estes investigadores procuraram saber se seria possível que um núcleo de uma célula diferenciada quando transplantado para uma célula totipotente, originasse um novo organismo.

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  • Clonagem em mamíferos – a ovelha Dolly (FBIO11_033)
    Em 1997, um grupo de investigadores escoceses, liderados por Ian Wilmut, anunciou ter clonado uma ovelha adulta. Para isso, este grupo de investigadores transplantou uma célula das glândulas mamárias de uma ovelha para um óvulo de outra ovelha. Após ter cultivado estas células num meio de cultura apropriado, este grupo parou o ciclo celular em G₀. Seguidamente, fundiu estas células com óvulos de ovelha, aos quais havia sido removido o núcleo. As células resultantes desenvolveram embriões que foram implantados numa outra ovelha. Só um, dos duzentos e setenta e sete embriões produzidos inicialmente, completou o seu desenvolvimento. Desta forma, tinha sido conseguido o primeiro clone de um mamífero manipulado pelo Homem. A ovelha Dolly desenvolveu-se até à idade adulta. Contudo, começou a apresentar diversos sinais de envelhecimento precoce e doenças degenerativas que conduziram à sua morte.

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  • Controlo da expressividade dos genes (FBIO11_034)
    É previsível que as células tenham rigorosos mecanismos de regulação capazes de assegurar que num determinado momento da vida determinados genes estejam activos e outros não. De facto, embora todas as células de um mesmo indivíduo possuam o mesmo património genético, os genes que estão em actividade nos diferentes tecidos podem não ser os mesmos, resultando, deste facto, as diferenças verificadas de tecido para tecido. As alterações que se verificam de uma célula para outra dependem da forma como o DNA se expressa.

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  • Estratégias de reprodução assexuada (FBIO11_035)
    Os processos de reprodução são muito variados, podendo agrupar-se em dois tipos fundamentais: reprodução sexuada – os novos indivíduos são originadas a partir de um ovo, célula que resulta da fusão de dois gâmetas (fecundação); reprodução assexuada – formam-se novos indivíduos a partir de um só progenitor, sem ocorrer fusão de gâmetas. Na reprodução assexuada, os seres resultantes são geneticamente idênticos ao progenitor (clones). Embora a reprodução assexuada seja mais comum nos organismos unicelulares, também ocorre em alguns seres pluricelulares, incluindo plantas e animais. O mecanismo celular que permite a ocorrência deste tipo de reprodução é a mitose. Os processos mais comuns de reprodução assexuada são: bipartição, divisão múltipla, fragmentação, gemulação, partenogénese, esporulação e multiplicação vegetativa.

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  • Estratégias de reprodução assexuada (FBIO11_036)
    Os seres procariontes e a maioria dos seres unicelulares eucariontes podem reproduzir-se assexuadamente. Este tipo de reprodução ocorre também em muitos seres multicelulares.
    Os processos mais comuns de reprodução assexuada são: bipartição, divisão múltipla, fragmentação, gemulação, partenogénese, esporulação e multiplicação vegetativa

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  • Multiplicação vegetativa natural (FBIO11_037)
    A multiplicação vegetativa, ou propagação vegetativa, é um processo de reprodução exclusivo das plantas e ocorre devido à existência, nestas, de tecidos especiais chamados meristemas, que mantêm a capacidade de diferenciação. No processo de multiplicação vegetativa, certas estruturas multicelulares fragmentam-se e separam-se da planta-mãe, dando origem a uma nova planta. Conforme as espécies, assim se podem originar novas plantas a partir de várias partes da planta-mãe. Os casos mais comuns ocorrem a partir de folhas, de caules aéreos (estolhos) ou subterrâneos (rizomas, tubérculos e bolbos).

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  • Multiplicação vegetativa artificial (FBIO11_038)
    Dos variados métodos utilizados no sector agro-florestal para a multiplicação vegetativa de plantas, destacam-se, pela sua importância, a estacaria (mais utilizada), a mergulhia e a enxertia.
    Existem vários tipos de enxertia, sendo o garfo, o encosto e a borbulha os mais utilizados. A parte da planta que recebe o enxerto chama-se cavalo ou porta-enxerto e a parte da planta dadora chama-se garfo ou enxerto.

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  • Biotecnologia na propagação vegetativa de plantas (FBIO11_039)
    O desenvolvimento da biotecnologia fez com que as técnicas de propagação vegetativa de plantas fossem muito para além dos métodos tradicionais. A cultura de plantas invitro por micropropagação é uma técnica amplamente desenvolvida, que permite a obtenção de um número muito maior de clones do que as técnicas tradicionais de propagação vegetativa. Esta técnica é baseada no facto de existirem nas plantas tecidos meristemáticos, cujas células são indiferenciadas e mantêm a capacidade de se diferenciarem em todos os tipos de células existentes num organismo adulto.

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  • Vantagens e inconvenientes da reprodução assexuada (FBIO11_040)
    Na reprodução assexuada, os seres resultantes são geneticamente idênticos ao progenitor e denominam-se clones. Muitos dos organismos que se reproduzem assexuadamente também o podem fazer sexuadamente, sempre que as condições do meio se tornem desfavoráveis. Esta capacidade permite-lhes diminuir o risco de extinção, uma vez que a reprodução sexuada conduz à variabilidade genética, logo, a uma maior capacidade de ultrapassar a adversidade do meio ambiente.

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  • Meiose e fecundação (FBIO11_041)
    A reprodução sexuada está dependente da fecundação, isto é, da união de duas células especializadas, denominadas gâmetas. Durante a fecundação, ocorre a cariogamia, isto é, a fusão dos núcleos dos gâmetas. Desta união, resulta uma célula denominada ovo ou zigoto, que, por mitoses sucessivas, origina um indivíduo com características resultantes da combinação genética dos gâmetas dos progenitores. Para que da fecundação resulte um ovo diplóide, isto é, com 2n cromossomas, torna-se necessário que cada gâmeta seja haplóide, isto é, possua apenas metade destes cromossomas (n). Por este facto, os gâmetas são formados através de um tipo especial de divisão celular denominada meiose.

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  • Meiose - introdução (FBIO11_042)
    A meiose é um processo de divisão celular, a partir do qual uma célula diplóide (2n) origina quatro células haplóides (n), isto é, as células-filhas apresentam metade do número de cromossomas da célula-mãe (um só cromossoma de cada par de homólogos). As duas divisões nucleares que ocorrem durante a meiose são precedidas de uma única replicação do DNA (durante o período S, os cromossomas passam a apresentar dois cromatídeos unidos pelo centrómero). 

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  • Meiose (FBIO11_043)
    Na meiose ocorrem duas divisões sequenciais, a divisão I (prófase I, metáfase I, anáfase I, telófase I) e a divisão II (prófase II, metáfase II, anáfase II, telófase II), dando origem a quatro núcleos haplóides. A divisão I é reducional, porque o número de cromossomas fica reduzido (a metade); a divisão II é equacional, como a mitose. A divisão I é precedida pela interfase. Durante a interfase, no período S efectua-se a replicação do DNA constituinte dos cromossomas e, por isso, no início da meiose, cada cromossoma é formado por dois cromatídeos. 

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  • Meiose e mitose – aspectos comparativos (FBIO11_044)
    Nos processos de reprodução, a divisão celular é fundamental. A mitose permite a formação de células geneticamente idênticas à célula parental; a meiose ocorre na reprodução sexuada, permitindo a formação de células haplóides. Em ambas as divisões nucleares, mitose e meiose, o DNA replica uma só vez na interfase, que antecede o início do processo.

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  • Mutações cromossómicas estruturais (FBIO11_045)
    Durante os fenómenos complexos da meiose podem ocorrer, ocasionalmente, erros que conduzem a alterações na estrutura ou no número de cromossomas das células resultantes. Essas alterações são designadas por mutações cromossómicas, podendo ser numéricas ou estruturais. As mutações estruturais envolvem alterações no número ou no arranjo dos genes, mantendo-se o número de cromossomas. O aparecimento de sequências anormais de genes resulta, sobretudo, da ruptura da estrutura linear dos cromossomas durante o crossing-over, seguida de uma reparação deficiente.

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  • Mutações cromossómicas numéricas (FBIO11_046)
    Durante os fenómenos complexos da meiose podem ocorrer, ocasionalmente, erros que conduzem a alterações na estrutura ou no número de cromossomas das células resultantes. Essas alterações são designadas por mutações cromossómicas, podendo ser numéricas ou estruturais. As mutações cromossómicas numéricas envolvem anomalias em que há alteração do número de cromossomas e podem ocorrer em diferentes etapas da meiose.

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  • Reprodução sexuada e variabilidade genética (FBIO11_047)
    Na reprodução sexuada, a meiose e a fecundação asseguram a manutenção do número de cromossomas de uma espécie de geração em geração. Esses dois processos contribuem, além disso, para a variabilidade genética entre os indivíduos da mesma espécie, pois cada ovo e, portanto, cada indivíduo adulto, apresenta uma mistura de genes paternos e maternos. Desse modo, os descendentes são semelhantes, mas não iguais.

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  • Reprodução sexuada nos animais (FBIO11_048)
    Numerosas estratégias acontecem nos animais, permitindo o encontro dos gâmetas masculinos e femininos de indivíduos da mesma espécie, ou seja, estratégias que favorecem a fecundação. Nos animais, as estruturas onde se produzem os gâmetas designam-se por gónadas, havendo os testículos, onde se formam os gâmetas masculinos ou espermatozóides, e os ovários onde se produzem os gâmetas femininos ou óvulos. 

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  • Reprodução sexuada nas plantas (FBIO11_049)
    Numerosas estratégias acontecem nas plantas, permitindo o encontro dos gâmetas masculinos e femininos de indivíduos da mesma espécie, ou seja, estratégias que favorecem a fecundação. Nas plantas, as estruturas onde são formados os gâmetas designam-se por gametângios, havendo gametângios masculinos que produzem gâmetas masculinos e gametângios femininos que produzem gâmetas femininos.

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  • Reprodução sexuada versus reprodução assexuada (FBIO11_050)
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  • Ciclos de vida - unidade e diversidade (FBIO11_051)
    A sequência de etapas de desenvolvimento que ocorrem na vida de um organismo, desde que se forma até que produz a sua própria descendência constitui o seu ciclo de vida.
    Dos fenómenos de meiose e fecundação, comuns a todos os organismos que se reproduzem sexuadamente, resulta sempre uma alternância de fases nucleares característica. A meiose e a fecundação podem ocorrer em alturas diferentes do ciclo de vida, resultando, desta variação, três tipos principais de ciclos de vida.

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  • Ciclo de vida da clamidomonas (FBIO11_052)
    A clamidomonas é uma alga verde, unicelular, comum nos charcos temporários que se formam geralmente no Inverno e permanecem durante a Primavera. Em condições ambientais favoráveis, esta alga reproduz-se assexuadamente por esporulação. Quando as condições do meio são desfavoráveis, a clamidomonas reproduz-se sexuadamente.

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