Geologia 11

As Fichas de Trabalho de Biologia e Geologia, cuja referência individual ainda menciona a sua disponibilidade em Formato PDF, passaram a ser vendidas em Formato FlippingBook com função Imprimir, Personalizadas com Logótipo da Escola e/ou Nome do(a) Professor(a) / Aluno(a) + Proposta de Correcção. Na compra de mais do que uma ficha, estas serão reunidas no mesmo FlippingBook.
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  • Comportamento dos materiais: frágil e dúctil (FGEO11_043)
    De acordo com a Teoria da Tectónica de Placas, a litosfera encontra-se fracturada em placas (litosféricas ou tectónicas), que podem convergir, divergir ou deslizar entre si, estando as rochas que as compõem sujeitas a fortes estados de tensão (define-se tensão como a força exercida por unidade de área). Em resposta a um estado de tensão, as rochas deformam-se, por exemplo, fracturando-se e/ou dobrando-se. O comportamento das rochas durante os processos de deformação permite classificá-las em rochas de comportamento frágil ou rígido e em rochas de comportamento dúctil.

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  • Comportamento das rochas em função do estado de tensão (FGEO11_044)
    O comportamento frágil ou dúctil de uma determinada rocha depende das condições ambientais, nomeadamente das condições de pressão e de temperatura. As falhas formam-se em qualquer regime de deformação frágil (as falhas não se formam apenas em regime frágil - falhas superficiais), também podem ocorrer em regime dúctil (falhas profundas) e as dobras formam-se em regime de deformação dúctil compressivo. A mesma rocha pode ter um comportamento frágil a pequena profundidade e dúctil a grande profundidade. Também se formam falhas e dobras sem ser em zonas de fronteira de placas. O quadro esquematiza o comportamento das rochas em função do estado de tensão a que estão sujeitas.

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  • Minerais – estrutura cristalina (FGEO11_036)
    Os principais factores externos que condicionam a formação de cristais são: a agitação do meio em que se formam; o tempo; o espaço disponível; e a temperatura. Quanto mais calmo estiver o meio, quanto mais lento for o processo e quanto maior for o espaço disponível, mais desenvolvidos e perfeitos são os cristais obtidos. A forma dos cristais é dependente das condições envolventes, mas a estrutura cristalina é constante e independente dessas condições.

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  • Falhas - caracterização (FGEO11_045)
    Qualquer tipo de força – compressiva, distensiva ou cisalhante – pode induzir a formação de falhas, num regime de deformação frágil. Por definição, falha é uma superfície de fractura, ao longo da qual ocorreu um movimento relativo entre os dois blocos que separa. O plano de falha, a direcção, a inclinação, o rejeito ou rejecto (1), o tecto e o muro são elementos caracterizadores de uma falha.

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  • Tipos de falhas – Classificação de Anderson (FGEO11_046)
    As falhas podem ser classificadas, de acordo com o movimento relativo entre os dois blocos (tecto e muro), em falhas normais, falhas inversas e desligamentos.

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  • Dobras - caracterização (FGEO11_047)
    Em condições de deformação compressiva, e em regime dúctil, as rochas podem sofrer dobramento. Por definição, uma dobra consiste no encurvamento de uma superfície originalmente plana. A charneira, os flancos, a superfície axial e o eixo de dobra são elementos caracterizadores da geometria de uma dobra.

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  • Tipos de dobras (FGEO11_048)
    A disposição espacial das dobras permite classificá-las em antiforma (concavidade voltada para baixo), sinforma (concavidade voltada para cima) e dobra neutra (concavidade disposta horizontalmente).Uma dobra pode ser ainda classificada, de acordo com a idade das rochas que a constituem, em anticlinal e sinclinal. Quando o núcleo de uma antiforma é ocupado pelas rochas mais antigas, a dobra é um anticlinal e quando o núcleo de uma sinforma é ocupado pelas rochas mais recentes, a dobra é um sinclinal.

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  • Factores de metamorfismo - tensão (FGEO11_050)
    As rochas ficam sob tensão (força exercida por unidade de área) quando sobre elas são aplicadas forças. No interior da Terra, as rochas estão sujeitas a dois tipos de tensão: a tensão litostática e a tensão não-litostática. A tensão litostática resulta do peso de massas rochosas e, para profundidades superiores a 3 km, exerce-se igualmente em todas as direcções. A tensão diz-se não-litostática ou dirigida quando as forças em actuação não são iguais em todas as direcções, como acontece com as forças (compressivas, distensivas ou de cisalhamento) associadas aos movimentos tectónicos.

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  • Outros recursos energéticos (FGEO11_064)
    Os problemas energéticos da Humanidade não estão completamente resolvidos. Parte da solução passa, seguramente, pela prospecção e descoberta de outros recursos energéticos mas, também, pelo desenvolvimento, adopção e utilização de fontes energéticas mais eficazes, mais baratas e, sobretudo, menos poluentes e menos perigosas para a Humanidade. Nos últimos anos, tem sido intensificada a busca de novas soluções energéticas, com uma aposta clara em formas de energia renovável, como, por exemplo, a energia hidroeléctrica, a energia eólica, a energia das ondas, a energia da biomassa (fotos) e a energia solar.

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  • Minerais de origem metamórfica - recristalização (FGEO11_052)
    Alguns minerais metamórficos são comuns às rochas ígneas e às rochas sedimentares. Contudo, outros são exclusivos das rochas metamórficas, formando-se em condições de pressão e de temperatura bem definidas, variáveis apenas dentro de limites muito restritos. O esquema indica alguns minerais presentes em rochas metamórficas.

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  • Recursos minerais metálicos (FGEO11_065)
    Quando falamos de recursos minerais metálicos rapidamente nos vem à ideia o cobre, o alumínio, o zinco, o ferro, ou o chumbo, como fazendo parte dos materiais metálicos mais comuns entre aqueles que o Homem vulgarmente utiliza. No extremo oposto, podemos referir o ouro, a prata, ou a platina e todo um conjunto de outros elementos que são relativamente escassos na Natureza, logo mais raros.  A abundância média de um elemento químico na crusta terrestre é designada por clarke. Na tabela seguinte, apresenta-se o valor do clarke para alguns elementos químicos, entre os mais conhecidos e mais utilizados pelo Homem. A unidade em que habitualmente se exprime o clarke é em partes por milhão (ppm) ou gramas por tonelada (g/ton). Uma dada massa mineral (X) rica em alumínio apresenta uma concentração de 750 000 ppm e uma dada massa mineral (Y) rica em ouro apresenta uma concentração de 10 ppm e uma.

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  • Factores de metamorfismo e génese de minerais (FGEO11_053)
    A andaluzite, a silimanite e a cianite (distena) são minerais característicos de certas rochas metamórficas. Estes minerais são formas polimorfas de um silicato de alumínio (Al₂SiO₅). Quando um argilito é submetido a condições de pressão e de temperatura controladas, cada um daqueles minerais forma-se em determinados intervalos. O gráfico da esquerda representa os domínios de estabilidade termodinâmica dos minerais andaluzite, distena e silimanite e o gráfico da direita mostra uma sequência de rochas metamórficas derivadas de um argilito, correspondentes a

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  • Recursos minerais não-metálicos (FGEO11_066)
    Portugal é um país relativamente rico em recursos minerais não-metálicos, mais abundantes na Natureza do que os recursos minerais metálicos. Entre estes, assumem particular importância, como materiais de construção e também de ornamentação, o granito, o basalto, o xisto, o mármore, o calcário, as areias e as argilas.

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  • Minerais índice (FGEO11_054)
    As transformações mineralógicas que ocorrem, por recristalização, durante os processos metamórficos podem resultar, entre outros, da alteração da estrutura cristalina do mineral, sem variação da composição química (transformação polimórfica). O gráfico representa os domínios de estabilidade termodinâmica dos minerais andaluzite, distena e silimanite.

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  • Problemas ambientais da actividade mineira (FGEO11_067)
    São muitos os problemas ambientais que podem resultar da actividade mineira. Desde a extracção até ao transporte, a actividade mineira pode ser sequenciada nas seguintes fases: 1.ª fase – extracção do minério (seja em minas a céu aberto, seja em exploração subterrânea; 2.ª fase – tratamento do material extraído para separação do minério do material estéril ou ganga; 3.ª fase – tratamento do minério para concentração e valorização.

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  • Grau de metamorfismo (FGEO11_055)
    Tendo em conta as condições de temperatura e de pressão que presidiram à formação de uma rocha, podem considerar-se três tipos de metamorfismo: metamorfismo de baixo grau, metamorfismo de médio grau e metamorfismo de alto grau. É possível identificar diferentes graus de metamorfismo pela presença de minerais característicos, designados por minerais-índice.

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  • Tipos de metamorfismo – regional e de contacto (FGEO11_051)
    São definidos vários tipos de metamorfismo, em função do predomínio e da intensidade de um ou mais factores de metamorfismo. Um dos critérios para classificar o metamorfismo é a extensão da área atingida. Assim, e segundo este critério, definem-se dois tipos de metamorfismo: o metamorfismo local, de carácter bastante localizado; o metamorfismo regional (mais frequente) que afecta extensas áreas. O metamorfismo de contacto é um exemplo de metamorfismo local.

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  • Rochas metamórficas - classificação e foliação (FGEO11_056)
    Um importante critério de classificação das rochas metamórficas é a foliação. Assim, podemos classificar as rochas metamórficas em dois grandes grupos: as rochas foliadas e as rochas não foliadas. As rochas metamórficas sem foliação, à excepção das corneanas, formam-se, geralmente, a partir de rochas pré-existentes constituídas apenas por um único mineral. Por sua vez, foliações visíveis tendem a desenvolver-se quando rochas pré-existentes poliminerálicas (constituídas por vários minerais) são submetidas a condições de tensão dirigida e de temperaturas crescentes. 

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  • Recursos geológicos (FGEO11_057)
    Os recursos geológicos podem ser definidos como os materiais (sólidos, líquidos e mesmo gasosos) que são provenientes da Terra e que o Homem pode utilizar em seu benefício. Uma classificação possível para os recursos geológicos é a seguinte: recursos hidrogeológicos; recursos energéticos; recursos minerais. Ressalve-se que esta classificação não deve ser considerada rígida. No que diz respeito à disponibilidade dos recursos face à sua velocidade de consumo, os recursos são classificados em recursos não-renováveis e recursos renováveis: os primeiros são consumidos pelo Homem a uma velocidade superior àquela com que a Terra é capaz de os gerar e os segundos são gerados a uma velocidade igual ou superior àquela a que o Homem é capaz de os consumir.

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  • Aquíferos – porosidade e permeabilidade (FGEO11_058)
    Os reservatórios de água subterrânea são designados aquíferos. Assim, um aquífero pode ser descrito como toda a formação geológica com capacidade para armazenar água e com características que permitem a sua extracção de forma economicamente rentável.
    A capacidade de um aquífero para armazenar água e a possibilidade da sua extracção de forma eficaz relacionam-se com características que as formações geológicas apresentam, que são: a porosidade, razão entre o volume de espaços vazios e o volume total da rocha; a permeabilidade, maior ou menor facilidade com que uma formação rochosa se deixa atravessar pela água. É a conjugação destas duas características, a porosidade e a permeabilidade, que permite caracterizar os reservatórios de água subterrânea.

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  • Zonas de um aquífero e tipos de aquíferos (FGEO11_059)
    As rochas com boa porosidade e boa permeabilidade são aquelas que melhores condições apresentam para funcionarem como bons aquíferos. Desde que a água, através da precipitação, chega à superfície terrestre e se vai infiltrando até atingir o aquífero, ela atravessa sucessivamente: zona de aeração (ou zona não saturada); nível hidrostático (ou nível freático); zona de saturação (ou zona saturada). Os aquíferos podem apresentar características e comportamentos distintos, o que permite classificá-los em aquíferos livres e aquíferos cativos.

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  • Gestão das águas subterrâneas (FGEO11_060)
    Até hoje, sempre se tem afirmado que a água, subterrânea ou não, é um recurso renovável. Contudo, o aumento demográfico verificado nalgumas regiões do planeta tem feito aumentar, de forma muito acentuada, as necessidades em água. A correcta gestão dos recursos hídricos da Terra passa, não só pela sua protecção e preservação, para que esses recursos não sejam poluídos, mas, também, por uma mais eficaz e racional utilização da água.
    A poluição das águas pode ter como origem a actividade agrícola, a actividade urbana e a actividade industrial e ser classificada em poluição física, poluição química e poluição bacteriológica. A sobreexploração de um aquífero pode, também, provocar a sua poluição.

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  • Combustíveis fósseis - problemas gerados pelo seu consumo (FGEO11_061)
     Hoje em dia, a utilização das formas de energia clássicas debate-se com dois grandes problemas:
    • por um lado, a percepção clara de que os combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás) são materiais susceptíveis de esgotamento , isto é, são recursos não-renováveis;
    • por outro lado, sabe-se que a utilização intensiva e não controlada destes combustíveis contribui para a ocorrência de graves problemas ambientais, como sejam as chuvas ácidas, o aquecimento global ou a degradação da camada de ozono.
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  • Energia nuclear (FGEO11_062)
    Como consequência dos problemas relativos à utilização dos combustíveis fósseis, o Homem sentiu a necessidade de procurar recursos energéticos que constituíssem alternativas à sua utilização. Dessa procura, resultou a descoberta de uma nova vaga de recursos energéticos, dos quais assumiu particular relevância a energia nuclear. A radioactividade resulta da possibilidade de certos elementos químicos, como, por exemplo, o urânio, ao desintegrarem-se, emitirem radiação com libertação de energia. Estas reacções, que o Homem conseguiu realizar em laboratório e transpôs para as centrais nucleares, são altamente energéticas.

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  • Energia geotérmica (FGEO11_063)
    O calor interno da Terra tem origem, essencialmente, na presença de elementos radioactivos, cuja desintegração produz energia em quantidades significativas, sendo o principal motor da dinâmica interna da Terra. Este calor, existente no interior da Terra, corresponde, grosso modo, à fonte energética a que chamamos energia geotérmica

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  • Metamorfismo – factores de metamorfismo (FGEO11_049)
    A diagénese e o magmatismo constituem processos extremos de formação de rochas sedimentares e magmáticas, respectivamente. Entre estes dois ambientes de formação de rochas, existe um ambiente intermédio – o ambiente metamórfico. Ultrapassadas as condições de pressão e de temperatura (200 °C) que definem o final da diagénese, inicia-se o metamorfismo. Contudo, se o aumento de temperatura (800 °C) determinar a fusão das rochas, ocorre o magmatismo. O metamorfismo caracteriza-se, assim, pelo conjunto de adaptações mineralógicas e texturais que as rochas pré-existentes sofrem, quando sujeitas a condições de pressão e de temperatura diferentes das que presidiram à sua formação.

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