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  • Rio Douro – Barragem da Valeira (FGEO11_001)
    A actividade geológica dos rios, e do Rio Douro em particular, é intensa. 

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  • Queda da Ponte Hintze-Ribeiro (2001) (FGEO11_002)
    O Rio Douro tem numerosas barragens ao longo do seu curso, a maioria das quais a montante do local do acidente. 

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  • Rio Guadiana (FGEO11_003)
    As águas correntes constituem o principal agente modelador das paisagens terrestres. A bacia hidrográfica do rio Guadiana tem uma área de 66.800 km², 17% da qual em território português e 83% no espanhol.

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  • São Martinho do Porto (Leiria) (FGEO11_004)
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  • Algarve - Albufeira (FGEO11_005)
    Nesta e noutras zonas do litoral algarvio, existem edifícios, na sua maioria empreendimentos turísticos, construídos em locais como o representado, constituindo uma situação de risco geológico.

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  • Costa portuguesa (norte da Nazaré) (FGEO11_006)
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  • Praia da Aguda (FGEO11_007)
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  • Movimentos em massa (FGEO11_008)
    Um movimento em massa é um deslocamento brusco de uma grande massa de materiais sólidos em terrenos inclinados.

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  • Derrocada na Madeira (FGEO11_009)
    O ordenamento do território tem como objectivo a ocupação do espaço biofísico por estruturas ou actividades que sejam adequadas às características desse espaço.

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  • Recursos geológicos (FGEO11_057)
    Os recursos geológicos podem ser definidos como os materiais (sólidos, líquidos e mesmo gasosos) que são provenientes da Terra e que o Homem pode utilizar em seu benefício. Uma classificação possível para os recursos geológicos é a seguinte: recursos hidrogeológicos; recursos energéticos; recursos minerais. Ressalve-se que esta classificação não deve ser considerada rígida. No que diz respeito à disponibilidade dos recursos face à sua velocidade de consumo, os recursos são classificados em recursos não-renováveis e recursos renováveis: os primeiros são consumidos pelo Homem a uma velocidade superior àquela com que a Terra é capaz de os gerar e os segundos são gerados a uma velocidade igual ou superior àquela a que o Homem é capaz de os consumir.

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  • Aquíferos – porosidade e permeabilidade (FGEO11_058)
    Os reservatórios de água subterrânea são designados aquíferos. Assim, um aquífero pode ser descrito como toda a formação geológica com capacidade para armazenar água e com características que permitem a sua extracção de forma economicamente rentável.
    A capacidade de um aquífero para armazenar água e a possibilidade da sua extracção de forma eficaz relacionam-se com características que as formações geológicas apresentam, que são: a porosidade, razão entre o volume de espaços vazios e o volume total da rocha; a permeabilidade, maior ou menor facilidade com que uma formação rochosa se deixa atravessar pela água. É a conjugação destas duas características, a porosidade e a permeabilidade, que permite caracterizar os reservatórios de água subterrânea.

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  • Zonas de um aquífero e tipos de aquíferos (FGEO11_059)
    As rochas com boa porosidade e boa permeabilidade são aquelas que melhores condições apresentam para funcionarem como bons aquíferos. Desde que a água, através da precipitação, chega à superfície terrestre e se vai infiltrando até atingir o aquífero, ela atravessa sucessivamente: zona de aeração (ou zona não saturada); nível hidrostático (ou nível freático); zona de saturação (ou zona saturada). Os aquíferos podem apresentar características e comportamentos distintos, o que permite classificá-los em aquíferos livres e aquíferos cativos.

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  • Gestão das águas subterrâneas (FGEO11_060)
    Até hoje, sempre se tem afirmado que a água, subterrânea ou não, é um recurso renovável. Contudo, o aumento demográfico verificado nalgumas regiões do planeta tem feito aumentar, de forma muito acentuada, as necessidades em água. A correcta gestão dos recursos hídricos da Terra passa, não só pela sua protecção e preservação, para que esses recursos não sejam poluídos, mas, também, por uma mais eficaz e racional utilização da água.
    A poluição das águas pode ter como origem a actividade agrícola, a actividade urbana e a actividade industrial e ser classificada em poluição física, poluição química e poluição bacteriológica. A sobreexploração de um aquífero pode, também, provocar a sua poluição.

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  • Combustíveis fósseis - problemas gerados pelo seu consumo (FGEO11_061)
     Hoje em dia, a utilização das formas de energia clássicas debate-se com dois grandes problemas:
    • por um lado, a percepção clara de que os combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás) são materiais susceptíveis de esgotamento , isto é, são recursos não-renováveis;
    • por outro lado, sabe-se que a utilização intensiva e não controlada destes combustíveis contribui para a ocorrência de graves problemas ambientais, como sejam as chuvas ácidas, o aquecimento global ou a degradação da camada de ozono.
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  • Energia nuclear (FGEO11_062)
    Como consequência dos problemas relativos à utilização dos combustíveis fósseis, o Homem sentiu a necessidade de procurar recursos energéticos que constituíssem alternativas à sua utilização. Dessa procura, resultou a descoberta de uma nova vaga de recursos energéticos, dos quais assumiu particular relevância a energia nuclear. A radioactividade resulta da possibilidade de certos elementos químicos, como, por exemplo, o urânio, ao desintegrarem-se, emitirem radiação com libertação de energia. Estas reacções, que o Homem conseguiu realizar em laboratório e transpôs para as centrais nucleares, são altamente energéticas.

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  • Energia geotérmica (FGEO11_063)
    O calor interno da Terra tem origem, essencialmente, na presença de elementos radioactivos, cuja desintegração produz energia em quantidades significativas, sendo o principal motor da dinâmica interna da Terra. Este calor, existente no interior da Terra, corresponde, grosso modo, à fonte energética a que chamamos energia geotérmica

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  • Outros recursos energéticos (FGEO11_064)
    Os problemas energéticos da Humanidade não estão completamente resolvidos. Parte da solução passa, seguramente, pela prospecção e descoberta de outros recursos energéticos mas, também, pelo desenvolvimento, adopção e utilização de fontes energéticas mais eficazes, mais baratas e, sobretudo, menos poluentes e menos perigosas para a Humanidade. Nos últimos anos, tem sido intensificada a busca de novas soluções energéticas, com uma aposta clara em formas de energia renovável, como, por exemplo, a energia hidroeléctrica, a energia eólica, a energia das ondas, a energia da biomassa (fotos) e a energia solar.

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  • Recursos minerais metálicos (FGEO11_065)
    Quando falamos de recursos minerais metálicos rapidamente nos vem à ideia o cobre, o alumínio, o zinco, o ferro, ou o chumbo, como fazendo parte dos materiais metálicos mais comuns entre aqueles que o Homem vulgarmente utiliza. No extremo oposto, podemos referir o ouro, a prata, ou a platina e todo um conjunto de outros elementos que são relativamente escassos na Natureza, logo mais raros.  A abundância média de um elemento químico na crusta terrestre é designada por clarke. Na tabela seguinte, apresenta-se o valor do clarke para alguns elementos químicos, entre os mais conhecidos e mais utilizados pelo Homem. A unidade em que habitualmente se exprime o clarke é em partes por milhão (ppm) ou gramas por tonelada (g/ton). Uma dada massa mineral (X) rica em alumínio apresenta uma concentração de 750 000 ppm e uma dada massa mineral (Y) rica em ouro apresenta uma concentração de 10 ppm e uma.

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  • Recursos minerais não-metálicos (FGEO11_066)
    Portugal é um país relativamente rico em recursos minerais não-metálicos, mais abundantes na Natureza do que os recursos minerais metálicos. Entre estes, assumem particular importância, como materiais de construção e também de ornamentação, o granito, o basalto, o xisto, o mármore, o calcário, as areias e as argilas.

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  • Problemas ambientais da actividade mineira (FGEO11_067)
    São muitos os problemas ambientais que podem resultar da actividade mineira. Desde a extracção até ao transporte, a actividade mineira pode ser sequenciada nas seguintes fases: 1.ª fase – extracção do minério (seja em minas a céu aberto, seja em exploração subterrânea; 2.ª fase – tratamento do material extraído para separação do minério do material estéril ou ganga; 3.ª fase – tratamento do minério para concentração e valorização.

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  • Ciclo das Rochas (FGEO11_010)
    O ciclo das rochas, ou ciclo litológico, é um modelo teórico da constante reciclagem das rochas à medida que elas se formam, se destroem e se transformam.

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  • Alteração das rochas – meteorização física (FGEO11_012)
    A meteorização física inclui os diversos processos que fragmentam a rocha em pedaços cada vez mais pequenos. Nela incluem-se processos, tais como a acção da água, a acção do gelo ou crioclastia, a acção dos seres vivos, a acção da temperatura ou termoclastia, o crescimento de minerais ou haloclastia e o alívio de pressão

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  • Alteração das rochas – meteorização física e química (FGEO11_011)
    A meteorização é o conjunto de fenómenos que leva à alteração das características iniciais das rochas, por acção de processos físicos e químicos que ocorrem na superfície da Terra. A meteorização ajuda a fragmentar as rochas em pequenas porções, que, posteriormente, serão erodidas. A meteorização mecânica aumenta a superfície de contacto da rocha, que estará exposta à meteorização química.

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  • Alteração das rochas – meteorização química (FGEO11_013)
    A meteorização química inclui os diversos processos que alteram, quer a composição química, quer a composição mineralógica da rocha. A meteorização química das rochas inclui diversas reacções químicas. Os mecanismos de alteração química mais importantes são a hidrólise, a oxidação e a carbonatação

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  • Alteração das rochas – meteorização química (2) (FGEO11_014)
    A meteorização química inclui os diversos processos que alteram, quer a composição química, quer a composição mineralógica da rocha. Esta meteorização pode ocorrer de duas maneiras distintas: os minerais são dissolvidos completamente e, posteriormente, podem precipitar formando os mesmos minerais; os minerais são alterados e, posteriormente, formam novos minerais. A meteorização química das rochas inclui diversas reacções químicas. Por acção da meteorização química obtêm-se produtos químicos (iões e novos minerais), que constituem um outro tipo de sedimentos de origem não detrítica.

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  • Erosão (FGEO11_015)
    Após a meteorização das rochas ocorre a erosão, processo pelo qual os agentes erosivos, principalmente a água e o vento, arrancam e separam fragmentos da rocha-mãe.

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  • Transporte (FGEO11_016)
    Normalmente, os materiais resultantes da meteorização não permanecem no seu local de formação. A força exercida pelos agentes erosivos é, geralmente, suficiente para iniciar o transporte desses materiais. De entre os agentes de transporte, os mais importantes são a gravidade terrestre, o vento e a água.

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  • Deposição (FGEO11_017)
    A deposição dos materiais, processo também designado sedimentação, ocorre em locais onde a acção dos agentes de erosão e transporte se anula ou é de expressão muito reduzida.

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  • Diagénese (FGEO11_018)
    Após a deposição, os sedimentos podem evoluir para a diagénese, que é o conjunto de fenómenos físicos e químicos que transforma os sedimentos móveis e incoerentes em rochas sedimentares consolidadas. Dos fenómenos que intervêm na diagénese, destacam-se a compactação, a cimentação e a recristalização.

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  • Sedimentogénese e Diagénese (FGEO11_019)
    A génese das rochas sedimentares implica duas etapas fundamentais: sedimentogénese – elaboração dos materiais que as vão constituir até à sua deposição; diagénese – evolução posterior dos sedimentos, conduzindo à formação de rochas consolidadas. 

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  • Estratificação em rochas sedimentares (FGEO11_021)
    A deposição dá-se, em regra, segundo camadas sobrepostas, horizontais e paralelas, principalmente se a sedimentação ocorrer em ambiente aquático. Cada camada nova que se forma sobrepõe-se e comprime as mais antigas, situadas por baixo dela. As diferentes camadas denominam-se estratos e diferem umas das outras pela cor, pela composição ou pela granulometria.

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  • Classificação das rochas sedimentares (1) (FGEO11_022)
    Conforme o tipo predominante de sedimento, formam-se diferentes rochas sedimentares, nomeadamente, rochas detríticas, rochas quimiogénicas e rochas biogénicas.

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  • Classificação das rochas sedimentares (2) (FGEO11_023)
    Conforme o tipo predominante de sedimento, formam-se diferentes rochas sedimentares, nomeadamente, rochas detríticas, rochas quimiogénicas e rochas biogénicas.

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  • Calcários quimiogénicos e biogénicos (FGEO11_024)
    O aumento do teor de CO₂ nas águas determina que o equilíbrio químico da reacção representada se desloque no sentido da sua eliminação e, consequentemente, da dissolução da calcite. Assim, o calcário é alterado e destruído. Já a diminuição do teor de CO₂ nas águas determina que o equilíbrio químico da reacção representada se desloque no sentido da sua formação e, consequentemente, da precipitação da calcite. A deposição e posterior diagénese deste mineral originam calcário.

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  • Carvão (FGEO11_025)
    Os carvões resultam da decomposição lenta de restos de plantas, em ambientes aquáticos continentais, como lagoas ou pântanos, em condições anaeróbias, ao longo de milhões de anos. O sedimento biogénico, de origem vegetal, a partir do qual se irá formar o carvão, designa-se turfa. A sua diagénese origina, progressivamente, carvões mais ricos em carbono e energia, o que faz deles importantes combustíveis fósseis. 

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  • Produtos petrolíferos (FGEO11_026)
    Os hidrocarbonetos são compostos constituídos por hidrogénio e carbono, designando-se os líquidos por petróleo e os gasosos por gás natural. Formam-se quando restos de microrganismos são isolados da acção de bactérias decompositoras pela deposição rápida de camadas de argilas, ou outros sedimentos finos, que constituem a rocha-mãe, e sofrem afundimento. O petróleo é frequentemente classificado como uma rocha sedimentar biogénica.

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  • Conceitos de Estratigrafia (FGEO11_027)
    O ramo da Geologia que estuda as rochas sedimentares e as suas relações temporais designa-se por estratigrafia. Uma sucessão de estratos forma uma sequência estratigráfica e representa um registo cronológico da história geológica de uma região, com ênfase relativamente à cronologia dos estratos e respectivos ambientes sedimentares. Nesta cronologia relativa, pode dizer-se que um estrato é mais antigo do que outro, mas não se pode dizer quantos anos é mais velho ou quantos anos tem. 

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  • Princípios da Estratigrafia (FGEO11_028)
    Diferentes princípios podem ser utilizados para fazer a datação relativa de formações geológicas, ou seja, para estabelecer a cronologia relativa de uma série de acontecimentos.

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  • Sequenciar acontecimentos geológicos (1) (FGEO11_029)
    A datação relativa corresponde à determinação da ordem cronológica de uma sequência de acontecimentos, ou seja, estabelece a ordem pela qual as formações geológicas se constituíram. Diferentes princípios podem ser utilizados para fazer a datação relativa de formações geológicas.

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  • Sequenciar acontecimentos geológicos (2) (FGEO11_030)
    datação relativa corresponde à determinação da ordem cronológica de uma sequência de acontecimentos, ou seja, estabelece a ordem pela qual as formações geológicas se constituíram. Diferentes princípios podem ser utilizados para fazer a datação relativa de formações geológicas.

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  • Fósseis e processos de fossilização (FGEO11_031)
    Os fósseis são restos ou vestígios de seres vivos que viveram em tempos geológicos anteriores e que foram contemporâneos da génese da rocha que os contém. O conjunto de processos que conduziu à preservação desses restos ou vestígios designa-se fossilização. Os fósseis são considerados: fósseis de idade, quando os seres que os originaram viveram na Terra durante intervalos de tempo geologicamente muito curtos, com grande distribuição geográfica; fósseis de fácies, quando os seres que os originaram são característicos de determinados ambientes.

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  • Ambientes sedimentares (FGEO11_032)
    Os ambientes de sedimentação – detríticos, quimiogénicos e biogénicos – distribuem-se pela superfície da Terra, nomeadamente nos continentes, nos mares e nos oceanos, bem como nas respectivas zonas de transição. Os quadros seguintes discriminam e caracterizam alguns desses ambientes.

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  • Caracterização de ambientes de sedimentação (FGEO11_033)
    As rochas sedimentares são habitualmente estratificadas e frequentemente fossilíferas, preservando, determinadas estruturas fósseis (figuras I a IV), o que permite não só fazer a datação de formações, como também reconstituir os ambientes de sedimentação antigos ou paleoambientes em que a génese dessas rochas ocorreu. Para tal aplica-se o princípio das causas actuais ou princípio do actualismo, segundo o qual se pode explicar o passado a partir do que se observa hoje, ou seja, causas que provocam determinados fenómenos no presente são idênticas às que provocaram o mesmo tipo de fenómenos no passado.

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  • Escala do tempo geológico (FGEO11_034)
    A aplicação conjunta dos Princípios da Sobreposição, Continuidade Lateral e Identidade Paleontológica permite estabelecer relações de idade entre rochas sedimentares geograficamente afastadas, imprescindíveis na compreensão da história de uma região, de um continente ou, até mesmo, da Terra. Esta técnica de correlação permitiu a construção de uma escala do tempo geológico baseada na seriação, em termos cronológicos, dos acontecimentos que marcaram a História da Terra, desde a sua formação, há cerca de 4600 M.a. (milhões de anos), até aos tempos actuais. Apesar dos recentes progressos no âmbito da Geocronologia (ramo da Geologia que estuda a idade absoluta das rochas), o calendário dos acontecimentos geo-históricos deve ser considerado como uma aproximação aos valores reais.

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  • Minerais e matéria cristalina. Isomorfismo / Polimorfismo (FGEO11_035)
    Nas rochas magmáticas, a formação dos minerais resulta do arrefecimento e da solidificação do magma. Se este arrefecimento for lento, existem condições para que os cristais sejam observáveis “à vista desarmada”. Se, pelo contrário, as condições nas quais o magma solidifica conduzirem a um arrefecimento rápido, não existem condições para se formarem cristais bem desenvolvidos.

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  • Minerais – estrutura cristalina (FGEO11_036)
    Os principais factores externos que condicionam a formação de cristais são: a agitação do meio em que se formam; o tempo; o espaço disponível; e a temperatura. Quanto mais calmo estiver o meio, quanto mais lento for o processo e quanto maior for o espaço disponível, mais desenvolvidos e perfeitos são os cristais obtidos. A forma dos cristais é dependente das condições envolventes, mas a estrutura cristalina é constante e independente dessas condições.

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  • Formação e ascensão de magmas (FGEO11_037)
    A formação de rochas magmáticas está, em grande parte, relacionada com a mobilidade da litosfera e ocorre, em regra, nos limites convergentes e divergentes das placas tectónicas. Estes limites correspondem a regiões onde as condições permitem a fusão parcial das rochas da crusta e do manto superior, originando magmas. Além das temperaturas elevadas, outras condições podem contribuir para a fusão de materiais constituintes do manto e da crusta, como a diminuição da pressão e a hidratação desses materiais (a temperatura de fusão das rochas baixa devido à presença de água).

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  • Diversidade de magmas (FGEO11_038)
    Os magmas são misturas de rochas num estado de fusão com percentagem variável de gases. Por consolidação dos magmas, são geradas rochas intrusivas, ou plutónicas, e rochas extrusivas, ou vulcânicas, conforme o magma consolida, respectivamente, em profundidade ou à superfície. Há diferentes tipos de rochas magmáticas, cujos nomes se baseiam na textura e composição que apresentam, propriedades que reflectem o modo como se formaram. No entanto, todas elas provêm de três tipos fundamentais de magmas: basáltico, andesítico e riolítico.

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  • Evolução de um magma (FGEO11_039)
    Os magmas, à medida que evoluem, originam fracções magmáticas cuja composição difere significativamente do magma inicial. Desta forma, pode originar-se uma grande diversidade de rochas magmáticas a partir de uma reduzida variedade de magmas. Os principais processos que podem ocorrer durante a evolução de um magma até à formação de rochas magmáticas são os seguintes: diferenciação magmática: (cristalização fraccionada e diferenciação gravítica); assimilação magmática; mistura de magmas.

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  • Cristalização fraccionada – séries de Bowen (FGEO11_040)
    Bowen observou que os minerais não cristalizam todos ao mesmo tempo: primeiro cristalizam os minerais de mais alto ponto de fusão, seguidos dos restantes, por ordem decrescente dos respectivos pontos de fusão – este processo designa-se cristalização fraccionada e é um dos processos responsáveis pela diferenciação magmática. Bowen definiu, para um magma inicial homogéneo de composição basáltica, uma sequência de formação de minerais designada Série ou Sequência Reaccional de Bowen. Esta série é composta por dois ramos: ramo da série de reacção descontínua ou dos minerais ferro-magnesianos; ramo da série contínua ou série das plagioclases. Os minerais que se situam na mesma linha horizontal possuem temperatura de cristalização semelhante. Pela análise da Série Reaccional de Bowen, é possível inferir quais os minerais que, tipicamente, estão associados às diferentes rochas magmáticas. 

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  • Silicatos – principais constituintes das rochas (FGEO11_041)
    Aproximadamente 95% da massa e do volume da crosta terrestre são formados por minerais pertencentes ao grupo dos silicatos. A estrutura básica mais comum de todos os silicatos é o ião [SiO₄]⁴⁻. Em cada tetraedro, o Si⁴⁺, localizado na região central, está rodeado por quatro átomos de oxigénio ocupando os vértices do tetraedro. Os tetraedros não são electricamente neutros e os tetraedros vizinhos tendem a unir-se entre si por uma série de catiões, que actuam como um elo de ligação. Assim, os tetraedros de [SiO₄]⁴⁻  têm tendência para se polimerizar, isto é, para se ligar uns aos outros de modo a formarem conjuntos complexos. A polimerização do [SiO₄]⁴⁻ constitui uma característica química da Terra e os diferentes tipos de polimerização caracterizam diferentes tipos de silicatos.

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